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Vento Forte

Martinho é o nome atribuído pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) a uma depressão que vai influenciar o estado do tempo em Portugal continental entre o dia de hoje e até à próxima sexta-feira.

Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) é expectável, nos próximos dias, um agravamento do estado do tempo em Portugal continental devido aos efeitos da depressão GAROE com precipitação, por vezes forte, acompanhada de trovoada e ocasionalmente de granizo, em especial nas regiões Centro e Sul e no litoral Norte, situação que deverá manter-se até quarta-feira, 22 de janeiro. Para além da chuva, o vento soprará do  quadrante sul, com rajadas até 75km/h no litoral e nas terras altas e está prevista agitação marítima a partir de amanhã, 21 de janeiro, na costa ocidental e a sul do cabo Carvoeiro, incluindo o barlavento algarvio, com ondas de 5,5 metros.

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), Portugal continental encontra-se sob a influência de uma massa de ar pós-frontal, ainda instável, associada à circulação da depressão Floriane.

Devido à previsão de chuva forte, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou, sob aviso amarelo, entre as 09h00 de hoje e as 12h00 de terça-feira, os distritos de Aveiro, Braga, Porto e Viana do Castelo.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera colocou os distritos de Aveiro, Braga,  Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria, Portalegre, Porto, Santarém, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu, sob aviso laranja, entre as 12h00 desta segunda-feira e as 00h00 de terça-feira, devido à previsão de trovoada, granizo e rajadas fortes.

Em comunicado, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) informa que, o estado do tempo em Portugal continental, será condicionado nos próximos dias por depressões atlânticas centradas a oeste/noroeste da Península Ibérica, e pelos sistemas frontais a elas associados.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) emitiu um comunicado onde sensibiliza a população para os efeitos da precipitação que, de acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), pode ser forte nas próximas 24 horas.