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José Manuel Boavida

Numa nota enviada esta terça-feira, dia 30 de janeiro, a Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) reforça a urgência da criação de um sistema de gestão para resíduos de autocuidados perigosos de origem doméstica. A associação relembra que agulhas, lancetas, tiras reativas, cateteres e sensores, usados para monitorizar e tratar a diabetes mellitus, colocam diariamente a saúde pública em risco. Acabam no lixo doméstico devido à falta de uma rede de recolha e gestão deste tipo de resíduos.

Os doentes portugueses, diagnosticados com diabetes tipo 1, viram goradas as expetativas de já terem disponibilizadas as bombas de insulina prometidas pelo Governo, em 2023. De acordo com o avançado pelo Jornal de Notícias, o concurso ainda não foi lançado.

A Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal (APDP) realiza, no dia 14 de novembro, a propósito do Dia Mundial da Diabetes, rastreios para avaliar o risco de diabetes tipo 2 (DT2). Entre as 09h00 e as 13h00 as 14h00 e as 17h00, familiares de utentes seguidos na associação poderão ser avaliados na sala de triagem da APDP.

Os pacientes com diabetes em Portugal estão em “desespero” dada a indisponibilidade de medicamentos para controlo da doença nas farmácias portuguesas. Em declarações à MarinhaisFM, o Presidente da Associação Portuguesa de Diabéticos de Portugal (APDP), Dr. José Manuel Boavida, garante que esta é uma situação que tem vindo a acontecer desde o início do ano.

A Associação Protectora dos Diabéticos de Portugal (APDP) lançou a RADAR1, uma consulta de avaliação do risco de desenvolvimento de diabetes tipo 1 (DT1) dirigida a crianças e jovens, entre os 3 e os 18 anos, familiares em 1.º grau de pessoas com esta doença.